sexta-feira, 11 de setembro de 2009


New Romantismo

Caros companheiros e companheiras da classe blogueira...

Dentro dessas nossas vidas conturbadas e cada vez mais "entupidas" de informações diversas... ainda existe espaço para romantismo??

Será que as moças ainda encontram aquele rapaz que manda flores? que liga no dia seguinte, que abre a porta de um carro?

Estava ouvindo ontem o programa "panico" na rádio Jovem Pan (ô programinha xulo viu??) e comecei a observar esses e muitos outros preceitos da atual sociedade.

Nossa, como as coisas mudaram. Como estamos mais e mais alienados... como conseguimos lembrar de coisas como "Ronaldo" ou "Ô adriano tá me ouvindo"? mas não lembramo-nos do risco de beber e dirigir, de se previnir contra o vírus da aids ou qualquer outra doença sexualmente transmissível.

Hoje em dia o negócio tá tão feio que até pra uma turma ne unir na faculdade contra ou professor, protestar contra algumas taxas ou malefícios, é uma coisa do outro mundo...Reclamar numa loja então?? Nossa, somos até taxados de mal-educados por reinvindicar nossos direitos...

Mas... voltando ao assunto inicial...

Que humanidade artificial está nos rondando ultimamente hein?? O romantismo hoje é moderno... O cara diz que "ama" a esposa ou namorada e por trás ama várias outras mulheres... mas tudo bem!! ele é homem né?? isso é coisa normal, agora vá a mulher fazer algo do tipo, que é logo taxada como vadia, puta entre outros termos que eu prefiro não citar...(incrível essa inversão de valores né)?


O amor de hoje se resume puramente a estética. Para se ter noção Deus hoje é sinônimo de corpo perfeito, Religião?? dieta equilibrada. Fé?? fé no peso que irá diminuir na roupa que irá caber... nos seios que irei turbinar...Estria?? caso de polícia, Gordura é quase um caso de suicídio.

Hoje não importa a cultura, a gentileza, o conhecimento, a experiência a amizade, o sentimento. Nós jovens, não temos mais senso político, ideologia, fé. Estamos cada vez mais individualistas.

Estamos cada vez mais estetizados e alienados.

Mas eu ainda acredito no velho amor, nas velhas poesias... no saber dos mais antigos e no perfume das flores.




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